Estorninho dos Açores

Sturnus vulgaris granti

Outros nomes: estorninho-malhado (Continente)

Embora não passe despercebido perante os olhares mais atentos, sendo uma característica típica do seu comportamento os movimentos barulhentos em bando, frequentemente com muitas centenas de indivíduos, é ainda assim muitas vezes confundido com o melro.

 

Identificação

Num primeiro olhar pode assemelhar-se muito a um melro, sobretudo devido ao seu tamanho e cor. Porém, uma observação mais cuidada, permitir-nos-á notar não só uma postura (onde é mais visível o seu bico comprido e pontiagudo) como também movimentos diferentes em voo (onde é visível a sua quase “ausência de cauda” e as asas curtas e pontiagudas por comparação com o melro) e no solo. Além do mais, consoante a época do ano, a sua plumagem preta é pontuada de pequenas manchas brancas (Inverno) ou nuanceada de reflexos metálicos verde-arroxeados. As suas patas são castanhas-rosadas.

Bando1

Bando2

Canto

Chamamento

Juvenil

Abundância e calendário

Subespécie endémica. Residente. É relativamente comum em todo o arquipélago. Ocupa um variado número de habitats: pastagens, campos agrícolas, sebes e pequenos bosquetes, mostrando uma clara preferência por locais a baixa altitude, rareando a partir dos 600 metros.

Onde observar

Sendo uma espécie abundante e conspícua, podemos encontrá-la facilmente em qualquer local. A zona do aeroporto e de Vila do Porto, em Santa Maria, faz-se notar especialmente pela abundância de estorninhos. Atenção porém a possíveis confusões com melros.

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