Pombo-das-rochas

Columba livia atlantis

Outros nomes: pomba

Muito familiar entre a população em geral, sendo mesmo apelidado, devido à hibridização frequente com as raças domésticas, de “pombos-mansos”. Com efeito, é frequente a observação de pombos de várias cores, sem que tal signifique que têm um proprietário, vivendo a maioria destas aves em estado selvagem.

Identificação

Ave de tamanho médio, é uma das espécies mais conhecidas pela população em geral. A sua plumagem “típica” é cinzenta com barras alares pretas, tal como as extremidades da cauda, enquanto que o uropígio é branco. O seu bico, curto e fino, é preto e branco.

Abundância e calendário

Residente. Subespécie endémica da Macaronésia. Comum a muito comum, trata-se duma espécie bem distribuída por todo o arquipélago, sendo mais abundante a baixa altitude, perto da costa, sobretudo em zonas de falésias costeiras. As Flores, São Jorge e Terceira albergam provavelmente as maiores populações desta espécie.

Onde observar

Embora muitas vezes não seja fácil avaliar se estamos na presença de populações selvagens ou de aves domésticas, os melhores locais onde observar esta espécie são em pastagens (onde muitas vezes se encontram associados a pombos-torcazes dos Açores), terrenos lavrados e falésias costeiras. As pastagens da  Achada (São Miguel), as falésias perto dos Rosais e Velas (São Jorge), as pastagens da zona do Cabo da Praia e Paul/Vale da Achada (Terceira), ou as falésias da Fajã Grande (Flores) são alguns dos locais onde a observação do pombo-das-rochas é segura.

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