Pardal

Passer domesticus

Outros nomes: pardal-comum

Embora a sua aparição nos Açores esteja datada de 1960 (introduzido na Terceira), actualmente trata-se duma espécie bem disseminada por todo o arquipélago e bem conhecida das populações.

Identificação

É ligeiramente mais pequeno que um priolo. A plumagem dos machos é malhada de castanho e preto nas partes superiores; a coroa é cinzenta e tem a garganta e parte do peito pretos; o abdómen é branco; o bico é castanho, curto e forte; as patas são rosadas. As fêmeas, de um castanho mais claro, apresentam um tom mais uniforme nas partes superiores, sendo o seu bico amarelado.

Bando, num dormitório ou numa colónia

Canto

Chamamento

Interacção entre indivíduos

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Abundância e calendário

Residente. Espécie introduzida. Com um habitat de distribuição sempre associado ao Homem, é muito comum sobretudo em zonas urbanas, jardins, instalações agro-pecuárias, encontrando-se ainda em pastagens, campos agrícolas, arribas costeiras, etc.

Onde observar

Em todas as ilhas do arquipélago, sobretudo associado a infraestruturas humanas, sendo portanto fácil de observar em localidades, fábricas (de rações por exemplo), instalações agro-pecuárias, etc. Parece evitar os locais mais altos (Montanha do Pico) e isolados (zonas planálticas e de vegetação natural).

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